terça-feira, 8 de março de 2011

O profissional do futuro


Por: Alfredo Fedrizzi

Com a tecnologia invadindo tudo e provocando mudanças importantes no cotidiano de todos nós e nos negócios de todo o mundo, a insegurança ronda muitas profissões. As tradicionais ainda têm espaço? Todos os dias surgem novas atividades, algumas voltadas para pequenos nichos de mercado, outras prometendo revolucionar as estruturas. Assustada com a variedade de profissões que vão desaparecendo ou se transformando, a geração acima dos 30 anos não sabe muito que rumo tomar, assim como adolescentes que são obrigados a escolher muito cedo o que vão ser no futuro. E boa parte da população envelhece nesse cenário. Grandes empresas buscam profissionais como verdadeiros super-homens. A disputa de vagas aumenta, especialmente para cargos mais avançados. Há 20 anos,  o bom profissional era aquele que tinha conhecimento técnico e havia cursado uma faculdade de primeira linha. Hoje, só o conhecimento técnico não basta. O relacionamento é muito valorizado. A internet botou na nossa mão o conhecimento volátil. Temos que saber trabalhar com times multiculturais e lidar com essas diversidades: buscar oportunidades de interagir com culturas diferentes e exercitar a comunicação por todos os canais disponíveis.
O conhecimento passou a ser responsabilidade dos indivíduos. Agora temos que nos apropriar do nosso desenvolvimento, participar de atividades extracurriculares, workshops, viagens, cuidar do nosso papel profissional e social, do nosso perfil online e da postura de vida offline- buscar coerência dentro e fora da organização. A diferença hoje é a velocidade com que tudo acontece. Por isso ter a humildade de reconhecer que não se sabe tudo e buscar orientação. É importante termos em mente a dimensão do nosso papel nesse mundo de velocidade vertiginosa, a partir de uma visão holísitica dessa transformação, vendo o todo.

Fonte: FEDRIZZI, Alfredo. O profissional do Futuro. Jornal Zero Hora, pg. 15.  02 Março de 2011. pg

terça-feira, 1 de março de 2011

Melhores empresas para liderança no Brasil

Estudos feitos pela consultoria Hay Group, revela a GE como umas das empresas que lidera o  ranking de melhor empresa para liderança. Pois,  prioriza em seu quadro treinamentos, plano de cargos e salários, oportunidades internacionais e ofertas de treinamento.
Isto demonstra que além de ser uma disputa acirrada para o candidato ocupar uma posição de liderança dentro destas organizações, que tem que ter um perfil de líder.
Na tabela abaixo, é possível ver quais são as dez melhores empresas para liderança no Brasil e na América Latina.
Melhores empresas para liderança
Brasil América Latina

1º GE Unilever

2º 3M Lan

3º Votorantim 3M

4º Ambev GE

5º IBM Cemex

6º Petrobras IBM

7º AngloGold Ashanti Telefônica

8º HSBC Bank Polar

9º Braskem Votorantim

10º Siemens Santander

Fonte: Hay Group

Fonte: Disponível em http://www.administradores.com.br/ Acesso em: 01 mar 2011.





domingo, 9 de janeiro de 2011

Lidar com pessoas Arte ou Técnica ?

Lidar Com Pessoas: Arte Ou Técnica?


Você já teve ou tem dificuldades em lidar com alguém como um chefe, a sogra ou mesmo um amigo? Muitas vezes lidamos muito bem com várias pessoas, mas tem uma que é o nosso "Calcanhar de Aquiles"...
Você já teve ou tem dificuldades em lidar com alguém como um chefe, a sogra ou mesmo um amigo? Muitas vezes lidamos muito bem com várias pessoas, mas tem uma que é o nosso "Calcanhar de Aquiles". Isto é mais comum do que se pensa. Todos nós, mesmo os especialistas em relacionamento humano, já passamos ou vamos passar pelo menos uma vez na vida, por situações delicadas ao lidar com pessoas.
Lidar com pessoas é uma arte, mas também uma técnica que pode se aprimorada.
Existem pessoas que têm extrema facilidade em lidar com qualquer indivíduo e nunca se vêem em situações delicadas. Elas são os verdadeiros artistas da relação, mas é um grupo raro e difícil de encontrar. Para as demais pessoas, existem as técnicas que funcionam muito bem.
Vou simplificar aqui e ensinar uma técnica eficaz em apenas três passos.
O primeiro passo é perceber que a relação não vai indo muito bem e ter consciência de que também, de alguma forma, contribuímos para isto. Nossos comportamentos estimulam o comportamento do outro.
O segundo passo é perceber qual dos nossos comportamentos estimula, no outro, a atitude de que não gostamos ou que condenamos. Fazer o outro mudar de atitude simplesmente porque queremos que mude é extremamente raro e difícil.
O terceiro e último passo é utilizar a descoberta que fizemos no passo anterior. Se descobrirmos o que estamos fazendo para provocar a ação do outro, é só mudarmos de atitude. Esta mudança provocará também uma mudança no outro.
Simples de dizer, mas difícil de aplicar, não é?
Eu sei. Mesmo quando utilizamos técnicas percebemos que precisamos de empenho. Esta técnica necessita ser aprimorada a cada dia, não é uma receitinha de bolo, pois cada indivíduo é único e nossa estratégia deve ser adaptada a cada situação específica. Mas faça a sua experiência e depois me conte como foi e aprimore cada vez mais sua técnica; e lembre-se sempre que lidar com pessoas é uma arte, mas também uma técnica que pode se aprimorada.

Fonte: BALDEZ, Luciene. Lidar com Pessoas Arte ou Tecnica. Disponível em < http:www.rhportal.com.br > Acesso em 09 Jan. 2011.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

E o Natal esta chegando.....

E o Natal esta chegando, e com ele as emoções das pessoas afloram por ser uma data tão especial....
Como podemos ser tão responsáveis e maduros ao falar do Natal.. tantas coisas acontecem durante o Ano que se passa... as emoções afloram e se tornam tão importante para o desenvolvimento humano e para a busca da felicidade... É preciso que a humanindade se torne consciente para os fatos que são corriqueiros e estão tornando-se um fator de risco para o ser humano... tantas mortes, brigas, imprudência e desespero.... se tornam um risco para o ser humano que vive em uma sociedade corrompida pelo ódio ....
O importante é fazer com que as pessoas tenham consciência que o amor transforma .. ter amor e compaixão pelo próximo e respeitar acima de tudo o outro da dorma como o outro indivíduo é... esse é o verdadeiro respeito para com o ser humano...

domingo, 31 de outubro de 2010

Por que será que uns vencem e outros não..

Por: Julio Sergio Cardozo

Aí existe um pouco de esoterismo. Infelizmente, concluo que tem gente carimbada para não vencer. Há talentos que nunca tiveram oportunidade de usar esse bem tão precioso a seu favor. Por outro lado, uma minoria é dotada de condições indispensáveis para conquistar um lugar ao sol. Estatisticamente, quanto maior for a população, maior é o número de pessoas com melhor nível e qualidade.
Mas, se fizermos uma simples comparação, haveria então mais talentos na China do que no Brasil, já que eles são em maior número do que nós? Talvez sim, talvez não. A realidade é que sorte, oportunidade, acaso, competência e predestinação são fatores que podem justificar o sucesso de alguns. Não tem nada de científico no que estou dizendo, mas a vida me ensinou que essas coisas existem. Isso talvez explique porque há tanta gente incompetente no poder e tanta gente boa que não conseguiu. Já viram quantas e quantas pessoas durante a vida, sem a mínima condição de alcançar um cargo mais alto, acabam assumindo posição de destaque? É um grande paradoxo: pessoas sem a preparação necessária (bagagem profissional e formação acadêmica) chegarem lá.
Já me questionei muitas vezes: como esta pessoa conseguiu? Será que a empresa não soube avaliar as competências x exigências do cargo? Será que ela teria oportunidade similar em outra companhia? Muito se fala em estrela, o que acredito que alguns possam ter. Não basta apenas ser um grande talento. Sorte é aquele empurrãozinho que estava faltando. Como se diz por aí: é preciso estar no lugar certo, na hora certa. E você, é uma pessoa de sorte?








quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Errou? Que bom. Corrija


"um erro deve ser corrigido e não punido". O medo de errar é um verdadeiro vaporizador paralisante para profissionais em qualquer momento da carreira. O dever da perfeição, que não deixa de ser uma herança totalitária e positivista, é o maior empecilho à criatividade e à inovação. Estes erros sao erros comuns que muitos cometem e poucos admitem que errou. O erro na gestão, nas condições que descrevem o erro, tem de ser visto não como uma parada obrigatória no que se refere, mas como um simples atraso. Pior é quando o profissional falso e hipócrita que acredita que a melhor atitude é esconder o erro ou não falar dele. O erro é para ser discutido, analisado e, ai sim, corrigido. O processo de correção tem de ser um momento de crescimento, de transparência, de abertura, nunca de crucificação. Pior do que constatar o erro é não aproveitar o momento para aprender.
O profissional mesmo com seu erro, precisa entender que é necessário para o crescimento pessoal  e este conhecimento se chama inteligencia emocional que é a fonte de reflexão e aprendizado.
Fonte: CABRERA, Luiz Carlos. Errou? Que bom. Corrija. Disponível em < http.vocesa.com.br>

sábado, 28 de agosto de 2010

Lider Y : Procurando agulhas no palheiro

Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
A maioria dos líderes como você, já está enfrentando esse duplo desafio: o de atrair e engajar profissionais da chamada Geração Y; e o de reinventar suas empresas dotando-as de um ambiente que favoreça o desenvolvimento desses talentos para que se tornem “Lideres Y”.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.
O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?
“Essa tarefa é semelhante a procurar agulhas em um palheiro”, desabafou um empresário que duvida da própria capacidade de identificar os futuros sucessores da atual diretoria dentre os dois mil e quinhentos funcionários da sua empresa que nasceram de 1980 para cá – data a partir da qual se convencionou chamar de Geração Y.
Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:
- A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
- A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
- O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.
As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.
Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

Para ler a matéria na integra acesse o site: < http://br.hsmglobal.com/notas/58529-lider-y-uma-agulha-no-palheiro>

Fonte: Disponivel em < http://www.hsmglobal.com> Acesso em 28 Agosto 2010.
"o valor das coisas não esta no tempo que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Amyr Klink