domingo, 8 de agosto de 2010

Autoconhecimento

Autoconhecimento

Por : Marco Antonio Lampoglia

Olhar para dentro de si mesmo, entender a sua vida, a sua história e ter a visão do futuro. Sabemos que para ter sucesso (isso é tão relativo!), precisamos conhecer nossas habilidades, nossas capacidades, nossos limites e não importa a idade que temos. Portanto, é necessário traçar as trilhas e caminhar em direção ao desenvolvimento constante.
O autoconhecimento torna-se uma condição imprescindível para termos mais segurança em liberar o nosso potencial. Toda mudança intrínseca é referência para atos de sabedoria, para lidar com as dificuldades das situações que a vida nos impõe. Existem literaturas, métodos, ferramentas que ajudam a clarear a percepção de quem somos, como somos e como poderemos ser competentes para produzir.
Essas considerações concluem que os livros, mesmo fundamentais na nossa existência, somente eles não desenvolvem. Autoconhecimento é difícil buscá-lo solitariamente. É preciso que os sábios nos ajudem. Todas as vezes que procurei pessoas mais experientes e inteligentes sócio-emocionalmente, me dei bem. Todas as vezes que procurei formas de autoconhecimento - ferramentas, métodos práticos, experiências emocionais positivas e negativas, feedbacks positivos, construtivos e até os negativos, me dei bem. Quanto mais conhecimento dirigido e consciência de como se é, mais oportunidades surgem para testarmos as nossas habilidades e até novas competências em prova
Como qualquer bom assunto, autoconhecimento é um termo subjetivo, amplo e enriquecido de aspectos, métodos e teorias. O importante é descobrir.
Quando pergunto para as pessoas: Quem é você? Quais as suas forças e de suas fraquezas? Raramente a conversa ou as anotações fluem de forma espontânea. As pessoas refletem por algum tempo com o olhar absorto e dizem que têm dificuldades para responder. Para responder essas questões é necessária uma boa dose de reflexão. O que você gosta? O que você não gosta? Quais são suas habilidades e suas competências? Quais os conhecimentos e as habilidades que você precisa? Que atitudes que você está querendo mudar? Como você é percebido por todas as pessoas com quem você convive nos papéis profissional, familiar, conjugal ou social? Aonde você quer chegar? Essas respostas fazem você refletir e chegar a algumas boas conclusões.
Cabe a cada um de nós buscarmos desenvolver nosso potencial e imperfeições.
Autoconhecimento é conhecer a si mesmo.
O autoconhecimento, segundo a Psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo. O conhecimento de si próprio não dá prioridade a opiniões ou a respostas e sim estimula seus fatores positivos a detectar os negativos, a fim de modificá-los favoravelmente
No mundo só existe uma maneira de resolver todos os nossos problemas - o autoconhecimento. E este só é alcançado com reflexão, autocrítica e percepção. Para isto, a maioria das pessoas precisa de ajuda, precisa da Psicologia, a ferramenta mais poderosa criada pelo homem. Só com ela temos a consciência de que as soluções para todos os nossos problemas estão em nós mesmos.
Recebemos constantemente, de fora, lições imortais que servem para nos alertar e, por vezes, para nos ajudar a compreender o que temos por dentro. No entanto, somente a auto-educação nos dá consciência do que deve ser feito para a nossa paz interior, saúde e mesmo compreensão
O raciocínio é um instrumento valioso na seleção das qualidades que devem ser postas em prática, desde que ele seja disciplinado pelos sentimentos altruístas. Cada ser humano é diferente na pauta das vivências que devem ser entendidas e guardadas por nós nos celeiros da consciência. E o maior responsável nessa aquisição é a própria pessoa. O mundo exterior não deixa de cooperar na nossa educação cognitiva, emocional e espiritual. Contudo, ele representa a teoria que nos alerta. A maior parte está com nós mesmos, na experimentação individual da vivência de cada dia.
Hoje é um bom dia para mudar, todos os dias são. Preste atenção em como você se relaciona, procure ser autocrítico, procure refletir em como as pessoas reagem a você. E não se esqueça de não julgar os outros, mas sim de compreendê-los. Invista nas suas forças e trabalhe as suas fraquezas e só assim você será uma pessoa melhor. Acredite!
Palavras-chave: autoconhecimento; aprendizagem.

Fonte: Disponivel em http://www.rh.com.br/Portal/Desenvolvimento/Artigo/6600/autoconhecimento-a-melhor-forma-de-treinamento-e-desenvolvimento.html Acesso em: 08 Agosto 2010.

domingo, 18 de julho de 2010

T&D: Um diferencial competitivo

Estudiosos afirmam que a década de 90 foi a do Conhecimento. A abertura dos mercados e a globalização exigiram das pessoas em todas as esferas, fosse estudante, operário ou executivo, a buscar o entendimento. A demanda pela educação aumentou tão significativamente, que o número de faculdades, analisando o caso do Brasil, multiplicou ofertando cursos para os diferentes níveis de renda e intelecto.

Bem, com esse “boom“ nos processos de educação, a tecnologia desponta para dar amparo à essa busca acelerada e incessante. O professor Robert Henry, famoso consultor da área de Treinamento & Desenvolvimento, diz que estamos vivendo a 3ª Revolução Industrial, fundada na microeletrônica. Essa afirmação é totalmente fundamentada pela presença da tecnologia em qualquer que seja o campo de trabalho. Deste fato, decorre a necessidade do Treinamento & Desenvolvimento.

Em épocas remotas, evidenciávamos gestores e especialistas com a responsabilidade de criar procedimentos, gerenciar e controlá-los para que a massa de trabalhadores apenas os executassem. Hoje o cenário mudou. Os negócios para se manterem precisam ter volume. Muitos clientes, muitas demandas, máquinas computadorizadas e funcionários com uma escolarização prévia para executar a sua função. Necessita-se de colaboradores auto-suficientes, que consigam unir força física e mental para alcançar os resultados. Assim evidenciamos a necessidade de treinamento e desenvolvimento contínuo, haja vista que a tecnologia vai desenvolvendo novas máquinas, novas possibilidades de operação e o que antes era perene passa a ser efêmero e no outro minuto obsoleto.

Saindo do campo industrial, não raro nos deparamos, enquanto clientes, em hotéis, hospitais ou lojas que dispõe de tecnologia de ponta no elevador, no painel eletrônico de chamada, no check in, mas que os funcionários nos atendem de cara “amarrada”, demoram a trazer a conta, ou dizem que não sabem nos dar uma informação por que não trabalham naquele setor. Essa é a realidade de muitas empresas que encaram o treinamento como uma despesa e não como investimento. Priorizam-se nesses casos o investimento tecnológico, acompanhados de treinamentos de como “ligar e desligar”, sem se importar com o “por que fazer” e “para que fazer” . Dessa forma, relega-se ao segundo plano o principal recurso da sua empresa que são os Recursos Humanos.

É nesse ponto que temos o Treinamento & Desenvolvimento como um Diferencial Competitivo. Empresas que compram a idéia de treinamentos que desenvolvem senso de equipe, capacidade de cooperação, habilidades interpessoais, capacidade de negociação e espírito de liderança, colherão muitos frutos, pois além de funcionários capacitados, a empresa poderá contar com colaboradores satisfeitos por estarem participando do processo, falando uma única linguagem e preparados para alavancar os negócios.

Assim, o treinamento deixará de ser mais uma despesa e se tornará um investimento necessário, cujo retorno será altamente compensador para a organização. O treinamento deve ser visto como um processo e não como um evento. Por isso é importante a sensibilização da Direção da empresa, na percepção do retorno que o treinamento dará para a empresa, traduzido em melhores resultados.

Qualquer que seja o negócio, os colaboradores precisam estar treinados, engajados no único propósito e vendendo para a sociedade o seu produto com o mesmo discurso e linguagem. Isso só se alcança se o Treinamento e Desenvolvimento fizerem parte do planejamento estratégico da empresa.

Fonte: COELHO, Deise. T&D: um diferencial competitivo. Disponivel em : http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=j2ghapjdv Acesso em 18 de julho de 2010.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Afinal, qual é o seu talento?

Ter talento não significa nascer  com uma inteligência superior, uma habilidade artística ou uma qualidade única. Talento não é dom, não nasce com a pessoa, e sim é desenvolvido com a prática, o que demanda tempo e persistência. Toda pessoa tem a capacidade inata de aprimorar-se, tornar-se muito boa em algum tema ou atividade e ser, então, considerada um talento. Encontrar seu próprio talento depende, em parte, das oportunidades da vidae, em parte, da determinação pessoal.

Fonte: Disponível em< http://www.vocesa.com.br> Aesso em 21 junho de 2010.

domingo, 20 de junho de 2010

Catalisadores, Inovadores e Estrategistas

Por Adriana Salles Gomes

Os gestores catalisadores costumam partir do mesmo patamar de todas as demais pessoas: sem informação, capacidade ou contato com cliente privilegiados. No entanto, conseguem feitos extraordinários. O que eles fazem? É o oposto daquilo que muitos gestores acreditam. Os catalisadores têm sucesso, porque se libertam dos grilhões do modo tradicional de fazer as coisas em suas empresas. Eles se destacam tanto pelo que não fazem como pelo que fazem. Por exemplo, os catalisadores não “pensam grande” nem “deixam os números falar” ou segmentam o mercado de acordo com um conjunto de variáveis demográficas sem sentido. Eles nem mesmo se apoiam em focus groups.

São seis suas principais lições:

* Não olhe para cima, mas para dentro de você
* O peso não está em suas costas, mas em sua cabeça
*Nada nesta vida é coisa do outro mundo, você apenas tem de reenquadrar a situação
*Comece sempre pelas bordas
*Lidere as pessoas, em vez de amá-las
*Entenda que velocidade anima “a galera”

Os catalisadores são ainda especialistas em “lançamentos de aprendizado”. O que é isso?Trata-se de processos que se concentram em fazer pequenas apostas em velocidade. Ao mesmo tempo que minimizam os riscos assim, eles aceleram o aprendizado e permitem gerar insights rapidamente a partir da experiência direta com o mercado.

Fonte: Disponível em < http://hsm.updateordie.com/updates/estilo-e-comportamento/> Acesso em 20 de junho de 2010.

sábado, 19 de junho de 2010

Adquira Conhecimento

VALORIZE O CONHECIMENTO – Não queira auxiliares medíocres, que passarão o tempo lhe bajulando, dizendo que você é o máximo e encobrindo as suas falhas. Esses não são amigos nem são auxiliares: não lhe auxiliarão em nada. Desconfie desses supostos especialistas que nunca trabalharam em uma empresa. Prefira pessoas com profunda experiência e reconhecidos méritos. Cerque-se de pessoas que tenham conhecimento, com as quais você terá muito a aprender. Afinal, ninguém sabe tudo a respeito de tudo. Sempre haverá alguma coisa nova para aprender.

Fonte: Disponivel em http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=617 > Acesso em: 19 junho 2010.

terça-feira, 15 de junho de 2010

A força do Capital Intelectual

Na atualidade o novo fator de produção é o conhecimento que está cada vez mais impregnado nos produtos e serviços prestados pelas empresas. Hoje se utiliza menos matéria-prima e aumenta-se numa proporção muito grande o conhecimento e a informação no ambiente industrial. O fator humano conhecimento se torna o recurso mais relevante dentro da economia mundial e o capital intelectual deve ser considerado o enfoque principal das empresas no mercado atual.  Com essas mutações da economia, agregada de forte influência tecnológica, voltou-se atenção para as habilidades criativas, atitudes e motivação das pessoas agregando valor a empresa. O fato é que com a junção do conhecimento aos recursos até então valorizados, alterou-se a estrutura econômica das instituições e, também, a valorização do ser humano, ponderando que só este detém o conhecimento. Assim, parece bem óbvio que na nova economia a informação e o conhecimento são as fontes do poder. Segundo a visão dos economistas, o ser humano é considerado capital por possuir capacidade de gerar bens ou serviços, por meio do emprego da sua força de trabalho e do conhecimento, constituindo-se em importantes fontes de acumulação e de crescimento econômico. Na visão de Sveiby (1997, p. 9): “as pessoas são os únicos verdadeiros agentes da empresa. Todos os ativos e estruturas – quer tangíveis ou intangíveis – são resultado das ações humanas”. Mas, o que é Capital Intelectual? Antunes (2002, p.47) define Capital Intelectual como: “[...] um conjunto de benefícios intangíveis que agregam valor às empresas”. O capital intelectual corresponde ao conjunto de conhecimentos e informações, encontrado nas organizações, que agrega valor ao produto e/ou serviços, mediante a aplicação da inteligência e não do capital monetário, ao empreendimento”. Então podemos chamar de capital intelectual toda captação de informações e manipulação destas em prol de uma determinada empresa. Não basta termos informações e não sabermos usá-las. Com isso podemos concluir que Capital Intelectual; nada mais é do que tudo aquilo que adquirimos durante toda a vida, através de estudos contínuos, inovando a cada dia, criando algo novo, sempre, para que o nosso produto seja diferente do concorrente e isso só é adquirido através da simplicidade e de uma análise do que é realmente, estrategicamente, importante na formação do conhecimento, do saber, e do ser.

Fonte: ALGERI, Hernadi Anito; CAMBRUZZI, Daiane; MOROZINI, João Francisco. A Nova Lei das Sociedades Anonimas e a Mensuração do Capital Intelectual. Revista Eletrônica Lato Sensu – UNICENTRO. Disponível em: < http://web03.unicentro.br/especializacao/Revista_Pos/Páginas/7%20Edição/Aplicadas/PDF/1-Ed7_CS-ANova.pdf> Acesso em: 15 de junho de 2010.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A fragilidade da Vida




Por: Marizete Furbino

A idéia de que a vida é frágil demais nos assusta a cada instante!
Remete-nos à reflexão importante sobre o modo de ser do homem contemporâneo. Este homem que trabalha, trabalha e trabalha e que nunca se encontra realizado profissionalmente, vivendo em uma busca constante, em sua trajetória profissional e pessoal. Cada vez mais vivemos numa sociedade da técnica, sociedade esta, digitalizada, em que tudo parece previsível, passível de transformação numérica. E é justamente no íntimo dessa convicção sobre o exato, que o inesperado faz sua intromissão devastadora, deixando marcas na história da humanidade. Na forma brutal, de um acidente fatal, onde a morte aproxima-se no recôndito do corpo de pessoas que estavam em um avião, que se abate sobre um edifício, causando-nos tamanha perplexidade e um sentimento enorme de impotência.
O desenvolvimento científico dos últimos anos, em progressão geométrica, tem criado condições para uma vida saudável e uma idade avançada, um prolongamento da expectativa de vida que não conhecíamos há alguns poucos decênios passados. Somos com isso induzidos a uma segurança absoluta. O transitório torna-se permanente até que o inesperado acontece e leva-nos a ter uma nova concepção de vida. O tempo tem nova dimensão na velocidade dos acontecimentos que passam por nós numa sucessão ininterrupta, tudo reduzindo ao instante presente como se fosse eterno. Os dias não têm fim com o por do sol, prolongando-se pelas noites que se estendem até o raiar do sol.
No entanto, apesar de tudo isso, é terrível constatar que a vida humana é muito frágil. Nossos dias passam velozes. Não nos adianta toda a segurança do mundo, toda a riqueza e poder. Estamos sujeitos sempre aos incômodos, incluindo-se as doenças e a morte. Portanto, devemos viver nossos dias com sabedoria, pois, a vida é uma só, uma única e poderosa oportunidade para realizarmos projetos grandiosos e enobrecedores, capazes de produzir efeitos enriquecedores nos outros e principalmente em nós mesmos
Para isso, olhe ao seu redor, perceba o reflexo que causa nos demais, perceba como se sente perante os mesmos e todos os dias perante você próprio. Faça uma auto-análise de como está vivendo.
O que me fez ficar pensando hoje foi o fato de a vida ser tão frágil. Em um momento estamos aqui bem, e em outro, em um piscar de olhos, não estamos mais. Tal fato contribuiu e muito para que eu refletisse e decidisse a viver cada momento, aproveitar cada oportunidade, ficar junto de quem gosto o máximo de tempo possível. Sei que é difícil, mas acho que tenho que parar de esperar que as coisas melhorem, que o trabalho diminua, que eu tenha mais dinheiro, que eu encontre um grande amor para aproveitar o que a vida está me oferecendo agora.
Não sei se estarei aqui daqui a um dia, daqui a um mês, daqui a um ano. Estarei aqui o tempo que me for permitido e quero que esse seja o melhor tempo de todos.

Fonte: Disponível em < http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=kb5syxb9c> Acesso em 10 junho 2010.
"o valor das coisas não esta no tempo que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Amyr Klink