segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Porque precisamos de Líderes?

Saiba porque a melhor liderança é aquela baseada em valores, onde o coletivo é mais valorizado que o indivíduo. Acreditamos que esta pergunta suscitará, por um bom tempo, debates e reflexões sobre as nossas práticas organizacionais e nos levará à mudança de consciência necessária à evolução das nossas organizações, de maneira humana e sustentável. A liderança baseada em valores é o que tudo indica o fator que diferencia as grandes organizações das organizações comuns. No entanto, a liderança não pode ser compreendida somente como uma qualidade pessoal ou como atributos de indivíduos específicos, mas como caminhos construídos coletivamente que abrem espaço para o novo.

Dessa forma, essa liderança pode ser criada por meio da excelência da governança de uma organização ou pela qualidade do pacto ético estabelecido. Tal pacto pode ser feito entre pessoas e empresa, desenvolvendo processos coerentes e bem estruturados que, uma vez implementados por um corpo técnico competente, estabelece vínculos permeados pela forte percepção de justiça, motivação para o trabalho, entusiasmo e sentido.

A percepção da relevância da liderança baseada em valores aumentou recentemente quando os danos da meritocracia financeira que premia resultados de curto prazo, descomprometidos com a qualidade do trabalho e com a perenidade das empresas, se fez sentir em toda a sua força. Isso se soma ao seu importante papel na transição das economias industriais para aquelas baseadas na aplicação mais intensiva do conhecimento. Este modelo solicita novos mecanismos de gestão baseados em consentimento e reciprocidade, distintos daqueles que se mostraram eficientes no passado.
No entanto, estas transformações apontam para uma mesma direção: a necessidade de encontrar um elemento, mecanismo ou processo que desperta virtudes e resignifica o trabalho coletivo. A liderança baseada em valores é, portanto, exatamente o elo perdido das organizações contemporâneas que se deparam, por um lado, com o vazio produzido pelas novas configurações sociais e, por outro, uma economia baseada em demandas de curto prazo, quebra de confiança e pelo predomínio de relações baseadas em trocas de interesses. E, apesar dessa abordagem ao tema solicitar uma reflexão teórica importante, sua lógica esta bastante ancorada à prática.
Diagnósticos estratégicos organizacionais mostram que essa é uma preocupação constante de gestores e dirigentes de empresas que cada vez mais reconhecem a necessidade deste elemento que motiva, desperta e cria sentido. O líder que age baseado em valores é aquele que enxerga outras possibilidades e cria espaços de sentido, ética, realização e excelência onde a maioria das pessoas só enxerga espaços para pressão por resultados e redução de custos.
É o indivíduo que, dizendo não ao fatalismo e ao pessimismo, encontra espaços para a mobilização das pessoas na construção das alternativas possíveis e necessárias. Na falta de outros indicadores de sucesso de curto prazo, temos usado a métrica financeira como medida e bússola e, ao fazermos isso, destruímos as precondições para a produção de valor verdadeiro e sustentável. O líder que age baseado em valores é, de certa maneira, o antídoto para soluções de métricas fáceis, evitando a armadilha dos indicadores financeiros mais rasteiros e ocupando espaço de destaque nas organizações contemporâneas.

Fonte: Disponível em < http://br.hsmglobal.com/notas/56254-porque-precisamos-lideres> Acesso em 08 Fev. 2010.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Os Desafios da Liderança



Os desafios da liderança
Nos tempos atuais, um líder admirado por liderados e organização é uma mistura de líder espiritual com super-herói, ou seja, é aquele que gera resultados à organização pela sua grande capacidade de realização, sustentada por um alto nível de qualificação
Os desafios da liderança
”A liderança não é apenas habilidade pessoal, mas um processo interpessoal dentro de um contexto complexo, no qual outros elementos estão presentes”, é o que afirma Antonio Cesar Amaru Maximiano (2008). O pensamento do professor Maximiano encontra eco na realidade já que as organizações são atingidas diariamente por uma turbulência de acontecimentos que precisam ser administrados com competência pelos seus líderes.

Ser líder com alto nível de eficiência e eficácia nos tempos atuais é um desafio e tanto. Numa sociedade onde a informação se propaga em alta velocidade não cabe mais a figura do líder tirano. Mas acreditam que os líderes que oprimem através do abuso de poder desapareceram? Ao contrário, eles estão espalhados por todos os cantos, em indústrias, comércios, propriedades rurais, departamentos públicos, entidades e até nas residências, oprimindo os empregados domésticos. Muitas vezes este tipo de líder não se vê como um tirano, ele simplesmente acredita friamente que a única lei que rege o mundo é a do poder, responsável por separar os mais fortes dos mais fracos. Assim, cabe aos subordinados apenas a obediência cega e inquestionável. Na sociedade livre, muitos líderes tiranos só percebem os efeitos da sua equivocada conduta nos bancos dos fóruns, em audiências trabalhistas, onde correm riscos de desembolsos milionários.

Há ainda o autocrático, que se comporta como um verdadeiro chefe, que acredita que toda decisão tem que passar por ele. Infelizmente, este tipo de líder centralizador, que muitas vezes sustenta seu comando com a implantação do medo no ambiente de trabalho, não percebe que comete dois pecados imperdoáveis na administração moderna: sufoca talentos e limita o crescimento da empresa/entidade no nível de sua própria capacidade de realização.

Democracia é boa para o ambiente empresarial. É preciso saber como, quando e com quem realizar o empowerment (delegar poder). Ser um líder democrata não significa esconder-se das responsabilidades que lhe cabem, pois isso representa uma gerência fraca, sem sustentação, com fortes tendências à desorganização e, portanto, para ausência de resultados. Sem resultados não há necessidade de líder.

Ser demagogo (buscar popularidade com liderados) pode trazer resultados rápidos, pois transmite uma falsa sensação de segurança na figura do líder. Isso acontece quando parece emanar do líder somente palavras boas e aceitação de tudo. É claro que o final da história onde existiu (ou ainda existe) este tipo de líder já se conhece: resultados rápidos num primeiro momento, declínio no prazo médio, colapso total no longo prazo. Demagogia, definitivamente, não tem espaço nas organizações contemporâneas.

Que tipo de líder é preciso ser? Nos tempos atuais, um líder admirado por liderados e organização é uma mistura de líder espiritual com super-herói, ou seja, é aquele que gera resultados à organização pela sua grande capacidade de realização, sustentada por um alto nível de qualificação profissional, forte influência sobre seus subordinados e alta dedicação à causa da organização. Ser um líder assim exige, antes de tudo, conhecer o ambiente onde está inserido e saber quem são as pessoas com quem pode contar e como. Conhecer o trabalho e querer, sinceramente, que tudo dê certo. Ser flexível e verdadeiro sem se distanciar do propósito do negócio. Tomar decisão com firmeza, assumindo riscos calculados e desta forma, ser ousado sem ser inconseqüente. Por outro lado, respeitar a diversidade de pensamentos, de talentos e até mesmo de defeitos dos integrantes da equipe. Corrigir seus subordinados com sinceridade e pontualidade e os apoiar e compreender ao máximo, porém, quando preciso, desligar subordinado com a tranquilidade de quem sabe que a culpa do insucesso está registrada no histórico do próprio profissional. Este líder moderno respeita e aprende com seus superiores e, ao mesmo tempo, está ao lado da equipe, valorizando, desenvolvendo e motivando seus liderados para a superação de desafios.

Não há duvidas que a liderança de alto nível está baseada muito mais nas relações humanas do que no nível hierárquico. É fato que os liderados só fazem bem o trabalho quando estão comprometidos com os resultados que se busca, cujo compromisso repousa sobre uma sólida confiança em seu líder. Podemos concluir que um bom líder é, acima de tudo, uma pessoa admirável.
Fonte: Disponível em http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=y8umehl2i Acesso 07 fev 2010.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Papel dos Líderes na Estratégia


Por Alessandra Assad

… Para Michael Porter, o líder deve:


- Guiar o processo de escolher a posição exclusiva da empresa (o CEO é o estrategista-chefe e a escolha da estratégia não pode ser plenamente democrática)

- Distinguir claramente o aumento da eficácia operacional e estratégica

- Comunicar incansavelmente a estratégia para todas as partes envolvidas (torne proveitoso o propósito moral da estratégia)

- Preservar a disciplina em torno da estratégia em face de muitas distrações

- Decidir a quais mudanças no setor, tecnologias e necessidades de clientes reagir, e como essa reação pode ser ajustada à estratégia da empresa

- Medir o progresso alcançado em relação à estratégia usando métricas que captem as implicações desta no atendimento ao cliente e na realização de certas atividades

- Vender a estratégia e o modo de medir seu progresso aos mercados financeiros
 
Fonte: http://hsm.updateordie.com/author/alessandra/ Acesso em: 04 fev. 2010.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Impulsione sua carreira não seja bonzinho




O mercado de trabalho é um ambiente de extrema competitividade, saber se somos bons ou apenas “bonzinhos”, pode nos ajudar a despontar na disputa por uma promoção ou oportunidade. Podemos classificar o profissional em três tipos: Bom, bonzinho e ruim. O “bom’ é sempre lembrado e acaba abocanhando a maioria das oportunidades, o “bonzinho” normalmente fica estagnado carreira durante toda a vida e o “ruim“ que mais cedo ou mais tarde será mandado embora.
O bonzinho é o profissional que todos querem na equipe, ele tem um excelente relacionamento com todos, não sai do lugar por ser neutro demais e, por isso, ninguém percebe que ele existe. Isso acontece por que não defende sua opinião, concorda com tudo, não desafia ninguém, evita discórdias, não dá palpites, só escuta e, pior, nunca desabafa.
Infelizmente, esse profissional se esconde em sua própria imagem, ele pode estar louco da vida, mas continua sem expressão, porque detesta aparecer, deixa as oportunidades passarem por não querer chamar atenção. Quando tem uma grande idéia é capaz de passar para um colega. Devido a essa natureza passiva, passa despercebido e apenas isso. Não estou dizendo que é necessário ser antiético, desrespeitar as pessoas e sair pisando nesse ou naquele para conseguir sua promoção, mas é importante saber o equilíbrio deixar de ser o “bonzinho” e se tornar definitivamente “bom”.
O “bom” é desafiador, sabe se impor, é competente e ousado, já o “bonzinho” permanece onde está, porque todo mundo quer que ele continue se comportando desse jeito para o bem do ambiente.
Com diz, Max Gehringer, “para impulsionar sua carreira, seja bom e nunca bonzinho.”


Fonte: GRAPEIA. Leonardo Soares. Disponível em < http://www.agenegocios.com.br/new/a.asp?a=1&c=451> Acesso em: 01/02/2010.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Comunicação Inteligente para Empresas Inteligentes


A tecnologia da informação estão fazendo com que os custos de comunicação diminuam, a intensa comunicação de que muitas vezes as pessoas precisam para trabalhar de maneira eficaz está se tornando mais barata e melhor o tempo todo. Com a pesquisa de opinião de baixo custo, feita pela web, e outras técnicas de pesquisa de mercado, as empresas podem saber rotineiramente a opinião de funcionários, clientes e outras partes interessadas, sobre todo o tipo de questão. Ele defende que se a utilizarmos de forma consciente e adequada, o processo flexível e descentralizado da tomada de decisão em mercados, talvez seja uma forma muito melhor de atingirmos muitos objetivos não econômicos do que geralmente imaginamos. E essa mudança tornou-se possível graças às novas tecnologias, que proporcionam que inúmeras pessoas tenham informações suficientes para tomar mais decisões por si mesmas, formando o chamado inteligência coletiva, que leva ao conceito de organização inteligente.Quando você coordena, organiza o trabalho de modo que coisas boas aconteçam, esteja você no controle ou não, já que a coordenação enfoca as atividades que precisam ser realizadas e as relações entre elas.
Em vez de simplesmente dizer às pessoas o que devem fazer, os gerentes cultivarão cada vez mais suas organizações e as pessoas dentro delas. Para cultivar algo com sucesso, é necessário entender e respeitar suas tendências naturais, ao mesmo tempo em que tenta lhe dar um formato que você valorize. Em vez de tentar impor a sua vontade ao sistema, você tenta chegar a um equilíbrio entre quanto controle deve exercer e o quanto deve abrir mão dele. Talvez a melhor maneira de comunicar essa decisão seja deixando as pessoas perceberem que podem falar, fazer e serem ouvidas. “Quando você tem padrões claros para avaliar os resultados das pessoas, não precisa gastar muito tempo revisando e analisando as decisões delas. A maior parte desses padrões não é documentada em manuais de procedimento; faz parte da cultura não escrita da organização”. Pense nisso!


 
Fonte: ASSAD. Alessandra. disponivel em: http://www.administradores.com.br/ Acesso: 29 jan. 2010.


domingo, 24 de janeiro de 2010

Alavancas da Persuasão

 

É importante para os líderes adquirir sabedoria de como persuadir, diante disto tem-se sete princípios fundamentais para um bom líder persuadir sua equipe e movê-las ao crescimento:
- Razão: a apresentação lógica das idéias.
- Pesquisa: utilização de informações relevantes na argumentação.
- Ressonância: a idéia deve “parecer certa” para o público.
- Redescrições representacionais: termo técnico que em bom português significa contar uma boa história.
- Recursos e prêmios: a audiência precisa ser seduzida e achar que ganha ao apoiar o chefe.
- Acontecimentos do mundo: crises, guerras, furacões, tudo isso pode facilitar a mudança de pensamento.
- Resistências: o líder deve estar preparado para elas e saber como combatê-Ias.
Aproveite as oportunidades e conheça o seu estilo de liderança e seu poder de persuasão.





quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Capital Intelectual


Na atualidade o novo fator de produção é o conhecimento que está cada vez mais impregnado nos produtos e serviços prestados pelas empresas. A temática Capital Intelectual é atualíssima e de grande interesse para os administradores, em especial sob a ótica da gestão empresarial. A economia gira em torno das novas tecnologias da informação, principalmente na área do conhecimento. Com essas mutações da economia, agregada de forte influência tecnológica, voltou-se atenção para as habilidades criativas, atitudes e motivação das pessoas agregando valor a empresa. O fato é que com a junção do conhecimento aos recursos até então valorizados, alterou-se a estrutura econômica das instituições e, também, a valorização do ser humano, ponderando que só este detém o conhecimento. Assim, parece bem óbvio que na nova economia a informação e o conhecimento são as fontes do poder. É preciso saber utilizar a informação que domina, pois o capital intelectual é do que tudo que se adquire ao longo da vida, através de estudos contínuos e aprimorado. Mas o importante é a humildade do saber fazer, e do que é importante para adquirir este conhecimento o ser através de nossas habilidades.

Fonte: Revista Eletronica Latu Sensu. Ed. 7 Ano 2009
"o valor das coisas não esta no tempo que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Amyr Klink