segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Como manter sua vida ativa após a maternidade?


Durante muito tempo de minha vida, pude observar o quanto é bonito ser mãe, hoje entendo este sentimento. Sou mãe, mulher, amiga e além de tudo preciso manter minha carreira e meu conhecimento ativo. Pois, o mercado exige muito de nós e não podemos ficar para tráz após dar a luz.
Temos que correr em busca de conhecimento, mas, sabendo que terá alguém esperando pelo seu auxilío.
É preciso ter coragem e força para as mudanças que ocorrem depois da gestação. Somos nós mulheres que carregamos uma fatia grande da responsabilidade de educar, criar, mostrar as fontes do conhecimento para nossos filhos.
Acima de tudo, temos que mostrar que não é somente a busca incessante por este conhecimento que nos faz sermos importantes. Somos importante a todo momento, são as escolhas que nos faz amadurecer, e o mais difícil é a tomada de decisão rápida sem pestanejar.
Felicidade, esta nas pequenas coisas que podemos conciliar durante a maternidade. Uma delas e deixar de lado toda história que você galgou ao longo de sua vida profissional, até a chegada de seu filho. Bem, deixe-me ser clara! Você começa uma nova história a partir deste momento.
Basta, começar a escrever seu próprio livro, que é a conciliação da maternidade com sua vida profissional, abdicar não é deixar de lado o que almeja, sonha. É entender, que o momento de realização ira demorar um pouco mais, ira exigir um pouco mais de você. E quanto a felicidade! Ela esta do seu lado,  sempre com um sorriso e afago na mais pura e singela demonstração de carinho e amor, vindo de seu filho.
Um forte abraço a todas as mulheres que compartilham este momento sublime.

Sucesso

terça-feira, 8 de março de 2011

O profissional do futuro


Por: Alfredo Fedrizzi

Com a tecnologia invadindo tudo e provocando mudanças importantes no cotidiano de todos nós e nos negócios de todo o mundo, a insegurança ronda muitas profissões. As tradicionais ainda têm espaço? Todos os dias surgem novas atividades, algumas voltadas para pequenos nichos de mercado, outras prometendo revolucionar as estruturas. Assustada com a variedade de profissões que vão desaparecendo ou se transformando, a geração acima dos 30 anos não sabe muito que rumo tomar, assim como adolescentes que são obrigados a escolher muito cedo o que vão ser no futuro. E boa parte da população envelhece nesse cenário. Grandes empresas buscam profissionais como verdadeiros super-homens. A disputa de vagas aumenta, especialmente para cargos mais avançados. Há 20 anos,  o bom profissional era aquele que tinha conhecimento técnico e havia cursado uma faculdade de primeira linha. Hoje, só o conhecimento técnico não basta. O relacionamento é muito valorizado. A internet botou na nossa mão o conhecimento volátil. Temos que saber trabalhar com times multiculturais e lidar com essas diversidades: buscar oportunidades de interagir com culturas diferentes e exercitar a comunicação por todos os canais disponíveis.
O conhecimento passou a ser responsabilidade dos indivíduos. Agora temos que nos apropriar do nosso desenvolvimento, participar de atividades extracurriculares, workshops, viagens, cuidar do nosso papel profissional e social, do nosso perfil online e da postura de vida offline- buscar coerência dentro e fora da organização. A diferença hoje é a velocidade com que tudo acontece. Por isso ter a humildade de reconhecer que não se sabe tudo e buscar orientação. É importante termos em mente a dimensão do nosso papel nesse mundo de velocidade vertiginosa, a partir de uma visão holísitica dessa transformação, vendo o todo.

Fonte: FEDRIZZI, Alfredo. O profissional do Futuro. Jornal Zero Hora, pg. 15.  02 Março de 2011. pg

terça-feira, 1 de março de 2011

Melhores empresas para liderança no Brasil

Estudos feitos pela consultoria Hay Group, revela a GE como umas das empresas que lidera o  ranking de melhor empresa para liderança. Pois,  prioriza em seu quadro treinamentos, plano de cargos e salários, oportunidades internacionais e ofertas de treinamento.
Isto demonstra que além de ser uma disputa acirrada para o candidato ocupar uma posição de liderança dentro destas organizações, que tem que ter um perfil de líder.
Na tabela abaixo, é possível ver quais são as dez melhores empresas para liderança no Brasil e na América Latina.
Melhores empresas para liderança
Brasil América Latina

1º GE Unilever

2º 3M Lan

3º Votorantim 3M

4º Ambev GE

5º IBM Cemex

6º Petrobras IBM

7º AngloGold Ashanti Telefônica

8º HSBC Bank Polar

9º Braskem Votorantim

10º Siemens Santander

Fonte: Hay Group

Fonte: Disponível em http://www.administradores.com.br/ Acesso em: 01 mar 2011.





domingo, 9 de janeiro de 2011

Lidar com pessoas Arte ou Técnica ?

Lidar Com Pessoas: Arte Ou Técnica?


Você já teve ou tem dificuldades em lidar com alguém como um chefe, a sogra ou mesmo um amigo? Muitas vezes lidamos muito bem com várias pessoas, mas tem uma que é o nosso "Calcanhar de Aquiles"...
Você já teve ou tem dificuldades em lidar com alguém como um chefe, a sogra ou mesmo um amigo? Muitas vezes lidamos muito bem com várias pessoas, mas tem uma que é o nosso "Calcanhar de Aquiles". Isto é mais comum do que se pensa. Todos nós, mesmo os especialistas em relacionamento humano, já passamos ou vamos passar pelo menos uma vez na vida, por situações delicadas ao lidar com pessoas.
Lidar com pessoas é uma arte, mas também uma técnica que pode se aprimorada.
Existem pessoas que têm extrema facilidade em lidar com qualquer indivíduo e nunca se vêem em situações delicadas. Elas são os verdadeiros artistas da relação, mas é um grupo raro e difícil de encontrar. Para as demais pessoas, existem as técnicas que funcionam muito bem.
Vou simplificar aqui e ensinar uma técnica eficaz em apenas três passos.
O primeiro passo é perceber que a relação não vai indo muito bem e ter consciência de que também, de alguma forma, contribuímos para isto. Nossos comportamentos estimulam o comportamento do outro.
O segundo passo é perceber qual dos nossos comportamentos estimula, no outro, a atitude de que não gostamos ou que condenamos. Fazer o outro mudar de atitude simplesmente porque queremos que mude é extremamente raro e difícil.
O terceiro e último passo é utilizar a descoberta que fizemos no passo anterior. Se descobrirmos o que estamos fazendo para provocar a ação do outro, é só mudarmos de atitude. Esta mudança provocará também uma mudança no outro.
Simples de dizer, mas difícil de aplicar, não é?
Eu sei. Mesmo quando utilizamos técnicas percebemos que precisamos de empenho. Esta técnica necessita ser aprimorada a cada dia, não é uma receitinha de bolo, pois cada indivíduo é único e nossa estratégia deve ser adaptada a cada situação específica. Mas faça a sua experiência e depois me conte como foi e aprimore cada vez mais sua técnica; e lembre-se sempre que lidar com pessoas é uma arte, mas também uma técnica que pode se aprimorada.

Fonte: BALDEZ, Luciene. Lidar com Pessoas Arte ou Tecnica. Disponível em < http:www.rhportal.com.br > Acesso em 09 Jan. 2011.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

E o Natal esta chegando.....

E o Natal esta chegando, e com ele as emoções das pessoas afloram por ser uma data tão especial....
Como podemos ser tão responsáveis e maduros ao falar do Natal.. tantas coisas acontecem durante o Ano que se passa... as emoções afloram e se tornam tão importante para o desenvolvimento humano e para a busca da felicidade... É preciso que a humanindade se torne consciente para os fatos que são corriqueiros e estão tornando-se um fator de risco para o ser humano... tantas mortes, brigas, imprudência e desespero.... se tornam um risco para o ser humano que vive em uma sociedade corrompida pelo ódio ....
O importante é fazer com que as pessoas tenham consciência que o amor transforma .. ter amor e compaixão pelo próximo e respeitar acima de tudo o outro da dorma como o outro indivíduo é... esse é o verdadeiro respeito para com o ser humano...

domingo, 31 de outubro de 2010

Por que será que uns vencem e outros não..

Por: Julio Sergio Cardozo

Aí existe um pouco de esoterismo. Infelizmente, concluo que tem gente carimbada para não vencer. Há talentos que nunca tiveram oportunidade de usar esse bem tão precioso a seu favor. Por outro lado, uma minoria é dotada de condições indispensáveis para conquistar um lugar ao sol. Estatisticamente, quanto maior for a população, maior é o número de pessoas com melhor nível e qualidade.
Mas, se fizermos uma simples comparação, haveria então mais talentos na China do que no Brasil, já que eles são em maior número do que nós? Talvez sim, talvez não. A realidade é que sorte, oportunidade, acaso, competência e predestinação são fatores que podem justificar o sucesso de alguns. Não tem nada de científico no que estou dizendo, mas a vida me ensinou que essas coisas existem. Isso talvez explique porque há tanta gente incompetente no poder e tanta gente boa que não conseguiu. Já viram quantas e quantas pessoas durante a vida, sem a mínima condição de alcançar um cargo mais alto, acabam assumindo posição de destaque? É um grande paradoxo: pessoas sem a preparação necessária (bagagem profissional e formação acadêmica) chegarem lá.
Já me questionei muitas vezes: como esta pessoa conseguiu? Será que a empresa não soube avaliar as competências x exigências do cargo? Será que ela teria oportunidade similar em outra companhia? Muito se fala em estrela, o que acredito que alguns possam ter. Não basta apenas ser um grande talento. Sorte é aquele empurrãozinho que estava faltando. Como se diz por aí: é preciso estar no lugar certo, na hora certa. E você, é uma pessoa de sorte?








quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Errou? Que bom. Corrija


"um erro deve ser corrigido e não punido". O medo de errar é um verdadeiro vaporizador paralisante para profissionais em qualquer momento da carreira. O dever da perfeição, que não deixa de ser uma herança totalitária e positivista, é o maior empecilho à criatividade e à inovação. Estes erros sao erros comuns que muitos cometem e poucos admitem que errou. O erro na gestão, nas condições que descrevem o erro, tem de ser visto não como uma parada obrigatória no que se refere, mas como um simples atraso. Pior é quando o profissional falso e hipócrita que acredita que a melhor atitude é esconder o erro ou não falar dele. O erro é para ser discutido, analisado e, ai sim, corrigido. O processo de correção tem de ser um momento de crescimento, de transparência, de abertura, nunca de crucificação. Pior do que constatar o erro é não aproveitar o momento para aprender.
O profissional mesmo com seu erro, precisa entender que é necessário para o crescimento pessoal  e este conhecimento se chama inteligencia emocional que é a fonte de reflexão e aprendizado.
Fonte: CABRERA, Luiz Carlos. Errou? Que bom. Corrija. Disponível em < http.vocesa.com.br>

sábado, 28 de agosto de 2010

Lider Y : Procurando agulhas no palheiro

Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
A maioria dos líderes como você, já está enfrentando esse duplo desafio: o de atrair e engajar profissionais da chamada Geração Y; e o de reinventar suas empresas dotando-as de um ambiente que favoreça o desenvolvimento desses talentos para que se tornem “Lideres Y”.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.
O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?
“Essa tarefa é semelhante a procurar agulhas em um palheiro”, desabafou um empresário que duvida da própria capacidade de identificar os futuros sucessores da atual diretoria dentre os dois mil e quinhentos funcionários da sua empresa que nasceram de 1980 para cá – data a partir da qual se convencionou chamar de Geração Y.
Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:
- A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
- A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
- O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.
As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.
Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

Para ler a matéria na integra acesse o site: < http://br.hsmglobal.com/notas/58529-lider-y-uma-agulha-no-palheiro>

Fonte: Disponivel em < http://www.hsmglobal.com> Acesso em 28 Agosto 2010.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Inovar ou Lamentar?

Recursos Humanos

Inovar ou lamentar? A decisão é sua

Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado”

Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos “de fábrica”. Porém, em muitos momentos, deixamos de assumir o controle de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, uma auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade.

Não é raro depararmos com amigos que miram duas opções extremas de vida. Percebem apenas o oito e o oitenta, esquecendo-se das 72 opções que existem entre eles, das sete que antecedem o oito e do infinito que sucede o oitenta. “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” é o tipo de crença instalada que nos serve de justificativa para a nossa falta de mobilização e o nosso medo – sim, o medo - de assumir o controle.
Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa dissociação entre dinheiro e felicidade, tratados como universos antagônicos, estabelece em nós um padrão limitante de crenças. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe e demoniza ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, fomenta a tecnologia e todas as outras esferas de prosperidade que a nossa inteligência pode imaginar.
Além do dinheiro, as demais energias neutras à nossa disposição – como o trabalho, o tempo, a fé, a ciência e os relacionamentos, entre outras – estão sujeitas ao nosso padrão mental. A possibilidade de inovação desse padrão é uma realidade, mas a decisão em adotá-la e monitorá-la é individual. O nosso modelo de crenças, ou padrão mental, é o mapa que vai nos orientar no campo da ação, e devemos estar conscientes que, entre mapa e terreno, existem variáveis controláveis e incontroláveis.
Daí a necessidade de avaliar cada passo, parando de tratar tudo como fruto do acaso ou do “azar que me ungiu quando nasci” - outro modelo de crença. No oposto do espírito da inovação está o espírito da lamentação. Quando o padrão mental é de lamentação, o resultado que se atinge, invariavelmente é o de uma vida lamentáve
Fonte: Disponivel em < http://br.hsmglobal.com/notas/58832-inovar-ou-lamentar-decisao-e-sua> Eduardo Zugaib (Profissional de comunicação e palestrante – http://www.eduardozugaib.com.br/)
HSM Online. 23 Agosto 2010.

domingo, 8 de agosto de 2010

Autoconhecimento

Autoconhecimento

Por : Marco Antonio Lampoglia

Olhar para dentro de si mesmo, entender a sua vida, a sua história e ter a visão do futuro. Sabemos que para ter sucesso (isso é tão relativo!), precisamos conhecer nossas habilidades, nossas capacidades, nossos limites e não importa a idade que temos. Portanto, é necessário traçar as trilhas e caminhar em direção ao desenvolvimento constante.
O autoconhecimento torna-se uma condição imprescindível para termos mais segurança em liberar o nosso potencial. Toda mudança intrínseca é referência para atos de sabedoria, para lidar com as dificuldades das situações que a vida nos impõe. Existem literaturas, métodos, ferramentas que ajudam a clarear a percepção de quem somos, como somos e como poderemos ser competentes para produzir.
Essas considerações concluem que os livros, mesmo fundamentais na nossa existência, somente eles não desenvolvem. Autoconhecimento é difícil buscá-lo solitariamente. É preciso que os sábios nos ajudem. Todas as vezes que procurei pessoas mais experientes e inteligentes sócio-emocionalmente, me dei bem. Todas as vezes que procurei formas de autoconhecimento - ferramentas, métodos práticos, experiências emocionais positivas e negativas, feedbacks positivos, construtivos e até os negativos, me dei bem. Quanto mais conhecimento dirigido e consciência de como se é, mais oportunidades surgem para testarmos as nossas habilidades e até novas competências em prova
Como qualquer bom assunto, autoconhecimento é um termo subjetivo, amplo e enriquecido de aspectos, métodos e teorias. O importante é descobrir.
Quando pergunto para as pessoas: Quem é você? Quais as suas forças e de suas fraquezas? Raramente a conversa ou as anotações fluem de forma espontânea. As pessoas refletem por algum tempo com o olhar absorto e dizem que têm dificuldades para responder. Para responder essas questões é necessária uma boa dose de reflexão. O que você gosta? O que você não gosta? Quais são suas habilidades e suas competências? Quais os conhecimentos e as habilidades que você precisa? Que atitudes que você está querendo mudar? Como você é percebido por todas as pessoas com quem você convive nos papéis profissional, familiar, conjugal ou social? Aonde você quer chegar? Essas respostas fazem você refletir e chegar a algumas boas conclusões.
Cabe a cada um de nós buscarmos desenvolver nosso potencial e imperfeições.
Autoconhecimento é conhecer a si mesmo.
O autoconhecimento, segundo a Psicologia, significa o conhecimento de um indivíduo sobre si mesmo. O conhecimento de si próprio não dá prioridade a opiniões ou a respostas e sim estimula seus fatores positivos a detectar os negativos, a fim de modificá-los favoravelmente
No mundo só existe uma maneira de resolver todos os nossos problemas - o autoconhecimento. E este só é alcançado com reflexão, autocrítica e percepção. Para isto, a maioria das pessoas precisa de ajuda, precisa da Psicologia, a ferramenta mais poderosa criada pelo homem. Só com ela temos a consciência de que as soluções para todos os nossos problemas estão em nós mesmos.
Recebemos constantemente, de fora, lições imortais que servem para nos alertar e, por vezes, para nos ajudar a compreender o que temos por dentro. No entanto, somente a auto-educação nos dá consciência do que deve ser feito para a nossa paz interior, saúde e mesmo compreensão
O raciocínio é um instrumento valioso na seleção das qualidades que devem ser postas em prática, desde que ele seja disciplinado pelos sentimentos altruístas. Cada ser humano é diferente na pauta das vivências que devem ser entendidas e guardadas por nós nos celeiros da consciência. E o maior responsável nessa aquisição é a própria pessoa. O mundo exterior não deixa de cooperar na nossa educação cognitiva, emocional e espiritual. Contudo, ele representa a teoria que nos alerta. A maior parte está com nós mesmos, na experimentação individual da vivência de cada dia.
Hoje é um bom dia para mudar, todos os dias são. Preste atenção em como você se relaciona, procure ser autocrítico, procure refletir em como as pessoas reagem a você. E não se esqueça de não julgar os outros, mas sim de compreendê-los. Invista nas suas forças e trabalhe as suas fraquezas e só assim você será uma pessoa melhor. Acredite!
Palavras-chave: autoconhecimento; aprendizagem.

Fonte: Disponivel em http://www.rh.com.br/Portal/Desenvolvimento/Artigo/6600/autoconhecimento-a-melhor-forma-de-treinamento-e-desenvolvimento.html Acesso em: 08 Agosto 2010.

domingo, 18 de julho de 2010

T&D: Um diferencial competitivo

Estudiosos afirmam que a década de 90 foi a do Conhecimento. A abertura dos mercados e a globalização exigiram das pessoas em todas as esferas, fosse estudante, operário ou executivo, a buscar o entendimento. A demanda pela educação aumentou tão significativamente, que o número de faculdades, analisando o caso do Brasil, multiplicou ofertando cursos para os diferentes níveis de renda e intelecto.

Bem, com esse “boom“ nos processos de educação, a tecnologia desponta para dar amparo à essa busca acelerada e incessante. O professor Robert Henry, famoso consultor da área de Treinamento & Desenvolvimento, diz que estamos vivendo a 3ª Revolução Industrial, fundada na microeletrônica. Essa afirmação é totalmente fundamentada pela presença da tecnologia em qualquer que seja o campo de trabalho. Deste fato, decorre a necessidade do Treinamento & Desenvolvimento.

Em épocas remotas, evidenciávamos gestores e especialistas com a responsabilidade de criar procedimentos, gerenciar e controlá-los para que a massa de trabalhadores apenas os executassem. Hoje o cenário mudou. Os negócios para se manterem precisam ter volume. Muitos clientes, muitas demandas, máquinas computadorizadas e funcionários com uma escolarização prévia para executar a sua função. Necessita-se de colaboradores auto-suficientes, que consigam unir força física e mental para alcançar os resultados. Assim evidenciamos a necessidade de treinamento e desenvolvimento contínuo, haja vista que a tecnologia vai desenvolvendo novas máquinas, novas possibilidades de operação e o que antes era perene passa a ser efêmero e no outro minuto obsoleto.

Saindo do campo industrial, não raro nos deparamos, enquanto clientes, em hotéis, hospitais ou lojas que dispõe de tecnologia de ponta no elevador, no painel eletrônico de chamada, no check in, mas que os funcionários nos atendem de cara “amarrada”, demoram a trazer a conta, ou dizem que não sabem nos dar uma informação por que não trabalham naquele setor. Essa é a realidade de muitas empresas que encaram o treinamento como uma despesa e não como investimento. Priorizam-se nesses casos o investimento tecnológico, acompanhados de treinamentos de como “ligar e desligar”, sem se importar com o “por que fazer” e “para que fazer” . Dessa forma, relega-se ao segundo plano o principal recurso da sua empresa que são os Recursos Humanos.

É nesse ponto que temos o Treinamento & Desenvolvimento como um Diferencial Competitivo. Empresas que compram a idéia de treinamentos que desenvolvem senso de equipe, capacidade de cooperação, habilidades interpessoais, capacidade de negociação e espírito de liderança, colherão muitos frutos, pois além de funcionários capacitados, a empresa poderá contar com colaboradores satisfeitos por estarem participando do processo, falando uma única linguagem e preparados para alavancar os negócios.

Assim, o treinamento deixará de ser mais uma despesa e se tornará um investimento necessário, cujo retorno será altamente compensador para a organização. O treinamento deve ser visto como um processo e não como um evento. Por isso é importante a sensibilização da Direção da empresa, na percepção do retorno que o treinamento dará para a empresa, traduzido em melhores resultados.

Qualquer que seja o negócio, os colaboradores precisam estar treinados, engajados no único propósito e vendendo para a sociedade o seu produto com o mesmo discurso e linguagem. Isso só se alcança se o Treinamento e Desenvolvimento fizerem parte do planejamento estratégico da empresa.

Fonte: COELHO, Deise. T&D: um diferencial competitivo. Disponivel em : http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=j2ghapjdv Acesso em 18 de julho de 2010.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Afinal, qual é o seu talento?

Ter talento não significa nascer  com uma inteligência superior, uma habilidade artística ou uma qualidade única. Talento não é dom, não nasce com a pessoa, e sim é desenvolvido com a prática, o que demanda tempo e persistência. Toda pessoa tem a capacidade inata de aprimorar-se, tornar-se muito boa em algum tema ou atividade e ser, então, considerada um talento. Encontrar seu próprio talento depende, em parte, das oportunidades da vidae, em parte, da determinação pessoal.

Fonte: Disponível em< http://www.vocesa.com.br> Aesso em 21 junho de 2010.

domingo, 20 de junho de 2010

Catalisadores, Inovadores e Estrategistas

Por Adriana Salles Gomes

Os gestores catalisadores costumam partir do mesmo patamar de todas as demais pessoas: sem informação, capacidade ou contato com cliente privilegiados. No entanto, conseguem feitos extraordinários. O que eles fazem? É o oposto daquilo que muitos gestores acreditam. Os catalisadores têm sucesso, porque se libertam dos grilhões do modo tradicional de fazer as coisas em suas empresas. Eles se destacam tanto pelo que não fazem como pelo que fazem. Por exemplo, os catalisadores não “pensam grande” nem “deixam os números falar” ou segmentam o mercado de acordo com um conjunto de variáveis demográficas sem sentido. Eles nem mesmo se apoiam em focus groups.

São seis suas principais lições:

* Não olhe para cima, mas para dentro de você
* O peso não está em suas costas, mas em sua cabeça
*Nada nesta vida é coisa do outro mundo, você apenas tem de reenquadrar a situação
*Comece sempre pelas bordas
*Lidere as pessoas, em vez de amá-las
*Entenda que velocidade anima “a galera”

Os catalisadores são ainda especialistas em “lançamentos de aprendizado”. O que é isso?Trata-se de processos que se concentram em fazer pequenas apostas em velocidade. Ao mesmo tempo que minimizam os riscos assim, eles aceleram o aprendizado e permitem gerar insights rapidamente a partir da experiência direta com o mercado.

Fonte: Disponível em < http://hsm.updateordie.com/updates/estilo-e-comportamento/> Acesso em 20 de junho de 2010.

sábado, 19 de junho de 2010

Adquira Conhecimento

VALORIZE O CONHECIMENTO – Não queira auxiliares medíocres, que passarão o tempo lhe bajulando, dizendo que você é o máximo e encobrindo as suas falhas. Esses não são amigos nem são auxiliares: não lhe auxiliarão em nada. Desconfie desses supostos especialistas que nunca trabalharam em uma empresa. Prefira pessoas com profunda experiência e reconhecidos méritos. Cerque-se de pessoas que tenham conhecimento, com as quais você terá muito a aprender. Afinal, ninguém sabe tudo a respeito de tudo. Sempre haverá alguma coisa nova para aprender.

Fonte: Disponivel em http://www.consultores.com.br/artigos.asp?cod_artigo=617 > Acesso em: 19 junho 2010.

terça-feira, 15 de junho de 2010

A força do Capital Intelectual

Na atualidade o novo fator de produção é o conhecimento que está cada vez mais impregnado nos produtos e serviços prestados pelas empresas. Hoje se utiliza menos matéria-prima e aumenta-se numa proporção muito grande o conhecimento e a informação no ambiente industrial. O fator humano conhecimento se torna o recurso mais relevante dentro da economia mundial e o capital intelectual deve ser considerado o enfoque principal das empresas no mercado atual.  Com essas mutações da economia, agregada de forte influência tecnológica, voltou-se atenção para as habilidades criativas, atitudes e motivação das pessoas agregando valor a empresa. O fato é que com a junção do conhecimento aos recursos até então valorizados, alterou-se a estrutura econômica das instituições e, também, a valorização do ser humano, ponderando que só este detém o conhecimento. Assim, parece bem óbvio que na nova economia a informação e o conhecimento são as fontes do poder. Segundo a visão dos economistas, o ser humano é considerado capital por possuir capacidade de gerar bens ou serviços, por meio do emprego da sua força de trabalho e do conhecimento, constituindo-se em importantes fontes de acumulação e de crescimento econômico. Na visão de Sveiby (1997, p. 9): “as pessoas são os únicos verdadeiros agentes da empresa. Todos os ativos e estruturas – quer tangíveis ou intangíveis – são resultado das ações humanas”. Mas, o que é Capital Intelectual? Antunes (2002, p.47) define Capital Intelectual como: “[...] um conjunto de benefícios intangíveis que agregam valor às empresas”. O capital intelectual corresponde ao conjunto de conhecimentos e informações, encontrado nas organizações, que agrega valor ao produto e/ou serviços, mediante a aplicação da inteligência e não do capital monetário, ao empreendimento”. Então podemos chamar de capital intelectual toda captação de informações e manipulação destas em prol de uma determinada empresa. Não basta termos informações e não sabermos usá-las. Com isso podemos concluir que Capital Intelectual; nada mais é do que tudo aquilo que adquirimos durante toda a vida, através de estudos contínuos, inovando a cada dia, criando algo novo, sempre, para que o nosso produto seja diferente do concorrente e isso só é adquirido através da simplicidade e de uma análise do que é realmente, estrategicamente, importante na formação do conhecimento, do saber, e do ser.

Fonte: ALGERI, Hernadi Anito; CAMBRUZZI, Daiane; MOROZINI, João Francisco. A Nova Lei das Sociedades Anonimas e a Mensuração do Capital Intelectual. Revista Eletrônica Lato Sensu – UNICENTRO. Disponível em: < http://web03.unicentro.br/especializacao/Revista_Pos/Páginas/7%20Edição/Aplicadas/PDF/1-Ed7_CS-ANova.pdf> Acesso em: 15 de junho de 2010.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A fragilidade da Vida




Por: Marizete Furbino

A idéia de que a vida é frágil demais nos assusta a cada instante!
Remete-nos à reflexão importante sobre o modo de ser do homem contemporâneo. Este homem que trabalha, trabalha e trabalha e que nunca se encontra realizado profissionalmente, vivendo em uma busca constante, em sua trajetória profissional e pessoal. Cada vez mais vivemos numa sociedade da técnica, sociedade esta, digitalizada, em que tudo parece previsível, passível de transformação numérica. E é justamente no íntimo dessa convicção sobre o exato, que o inesperado faz sua intromissão devastadora, deixando marcas na história da humanidade. Na forma brutal, de um acidente fatal, onde a morte aproxima-se no recôndito do corpo de pessoas que estavam em um avião, que se abate sobre um edifício, causando-nos tamanha perplexidade e um sentimento enorme de impotência.
O desenvolvimento científico dos últimos anos, em progressão geométrica, tem criado condições para uma vida saudável e uma idade avançada, um prolongamento da expectativa de vida que não conhecíamos há alguns poucos decênios passados. Somos com isso induzidos a uma segurança absoluta. O transitório torna-se permanente até que o inesperado acontece e leva-nos a ter uma nova concepção de vida. O tempo tem nova dimensão na velocidade dos acontecimentos que passam por nós numa sucessão ininterrupta, tudo reduzindo ao instante presente como se fosse eterno. Os dias não têm fim com o por do sol, prolongando-se pelas noites que se estendem até o raiar do sol.
No entanto, apesar de tudo isso, é terrível constatar que a vida humana é muito frágil. Nossos dias passam velozes. Não nos adianta toda a segurança do mundo, toda a riqueza e poder. Estamos sujeitos sempre aos incômodos, incluindo-se as doenças e a morte. Portanto, devemos viver nossos dias com sabedoria, pois, a vida é uma só, uma única e poderosa oportunidade para realizarmos projetos grandiosos e enobrecedores, capazes de produzir efeitos enriquecedores nos outros e principalmente em nós mesmos
Para isso, olhe ao seu redor, perceba o reflexo que causa nos demais, perceba como se sente perante os mesmos e todos os dias perante você próprio. Faça uma auto-análise de como está vivendo.
O que me fez ficar pensando hoje foi o fato de a vida ser tão frágil. Em um momento estamos aqui bem, e em outro, em um piscar de olhos, não estamos mais. Tal fato contribuiu e muito para que eu refletisse e decidisse a viver cada momento, aproveitar cada oportunidade, ficar junto de quem gosto o máximo de tempo possível. Sei que é difícil, mas acho que tenho que parar de esperar que as coisas melhorem, que o trabalho diminua, que eu tenha mais dinheiro, que eu encontre um grande amor para aproveitar o que a vida está me oferecendo agora.
Não sei se estarei aqui daqui a um dia, daqui a um mês, daqui a um ano. Estarei aqui o tempo que me for permitido e quero que esse seja o melhor tempo de todos.

Fonte: Disponível em < http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=kb5syxb9c> Acesso em 10 junho 2010.

domingo, 30 de maio de 2010

Como Construir uma empresa que aprende

Estar disposto a aprender e obter conhecimento é uma das características que definem as organizações dinâmicas e bem sucedidas. O desafio de construir uma organização que aprende é uma das 100 ideias propostas por Jeremy Kourdi, consultor empresarial e autor do livro “100 Idéias que podem revolucionar seus negócios. Nesta obra, Kourdi cita os cinco aspectos fundamentais do aprendizado que podem ser melhorados nas empresas, segundo cita Peter Senge em sua obra "A Quinta Disciplina: 1 - Pensamento Sistêmico; 2 - Maestria Pessoal; 3 - Modelos mentais; 4 - Construir objetivos comuns e 5 - Aprendizado em grupo.

Fonte: Disponível em http://br.hsmglobal.com/notas/57436-como-construir-uma-empresa-que-aprende acesso em: 30/05/2010.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Na Mira do Headhunter

Somos mesmo profissionais Estratégicos

Hoje há uma moda imperante no discurso da grande maioria dos profissionais corporativos, a moda do “estratégico”. Todo mundo hoje em dia considera-se estratégico, ou ainda atuante em uma área estratégica da empresa. E o mais engraçado é que quando aparece algum projeto que demande muito trabalho processual ou tático, há uma grande gama de profissionais que logo se sentem desmerecidos ou até mesmo desmotivados porque julgam não fazer mais o trabalho estratégico de antes.
Antes de mais nada temos que lembrar que estratégico é um adjetivo, e por esta razão utilizado para qualificar outros substantivos e quando qualificamos alguma coisa, esta qualificação é mais precisa se colocada dentro de um contexto ou se comparada com outra medida.
O que quero dizer é que o que é estratégico para um mercado ou negócio não necessariamente é para outro. Para um varejista que tem um altíssimo turn over (rotatividade de profissionais) nas posições de base, um processo seletivo rápido, eficiente e a um custo extremamente baixo é muito estratégico. Talvez para uma seleção de outro segmento a velocidade não seja o quesito mais importante. Para um headhunter como eu conversar com uma ampla gama de executivos de diferentes mercados é extremamente estratégico, assim como um atendimento padronizado e de alto giro para uma cadeia de fast food.
E como saber o que é estratégico para uma empresa e para a outra? Como medir o que é estratégico?
Inicialmente gosto de parafrasear Margareth Thatcher – a famigerada “Dama de Ferro” inglesa – que dizia que se você precisa lembrar as pessoas do papel que você exerce, então você não exerce este papel.
Nas organizações é exatamente a mesma coisa. Se a cada reunião você precisa lembrar seus pares ou seu superior de que seu papel na empresa é estratégico, então ele não é.
Estratégico para as empresas é tudo aquilo que agrega valor à organização. E isto também depende de momento: uma mesma ação pode ser mais ou menos estratégica dependendo do momento da organização, como por exemplo mudar uma campanha publicitária com a chegada da Copa.
Outro exemplo: você acredita que cuidar da retenção de profissionais é muito estratégico? Se sua mão-de-obra for extremamente especializada, para formá-la levam-se muitos anos e no mercado há escassez destes profissionais, nada mais estratégico do que ações como plano de carreira, mapeamento sucessório e programas de formação de jovens potenciais.
Por outro lado se sua mão-de-obra é abundante, facilmente reposta e pouco especializada montar programas sofisticados e complexos de retenção e formação para este público é queimar dinheiro do acionista ou proprietário.
Se você quer atuar de maneira estratégica, busque trabalhar em uma empresa ou mercado onde suas melhores competências estão diretamente relacionadas ao negócio principal da organização. Se você é um profissional de RH com conhecimentos da legislação trabalhista de vários países da América Latina, uma empresa com atuação nesta região poderá reconhecer seu conhecimento como estratégico.
Por isto um mesmo papel ou cargo pode ser mais ou menos estratégico dependendo da indústria ou segmento no qual ele se encontra.

E é estratégico lembrar que nem só de estratégias vivem as empresas.

Fonte: Disponível em http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/ Acesso em: 15/05/2010.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lideres conquistam equipes e não exigem obediência

A constante preocupação em alcançar metas ou superar resultados é uma realidade para empresas dos mais variados segmentos e portes. No entanto, para que isso ocorra é fundamental que as equipes vistam a "camisa da organização" e, dessa maneira ofereçam o melhor de sim - uma performance que atenda às expectativas do negócio e às exigências do mercado.
Contudo, mesmo que se profissionais qualificados sejam contratados, se diante deles não existir um condutor, um comandante que apresente um norte a ser seguido e que, consequentemente, ajudará os colaboradores a exercerem suas atividades da melhor forma possível, dificilmente essa equipe obterá êxito. Esse é o principal motivo que leva as empresa a buscarem, e forma incansável, profissionais que sejam capazes de conduzir os funcionários. De forma mais objetiva, buscam-se líderes que façam a diferença. E se diga de passagem não profissionais que apenas deleguem ordens e se acreditem serem os donos da "única verdade".
O que as empresas necessitam e querem é a presença de lideranças que se integrem completamente ao dia a dia dos seus subordinados, que entenda como trabalhar o potencial de cada um e, no momento certo, dar um feedback construtivo que revele os pontos fortes e aqueles que precisam ser desenvolvidos por que é avaliado. Para falar sobre o assunto, o RH.com.br entrevistou o consultor organizacional, Paulo Roberto de Souza - autor do livro "A Nova Visão do Coaching na Gestão por Competências", lançado pela Editora Qualitymark. "Infelizmente, muitos líderes ocuparam-se em cuidar da problemática do dia a dia em seus negócios, abdicando da dedicação à evolução da empresa e das suas equipes", alerta Paulo Roberto. A entrevista, na íntegra, encontra-se logo abaixo. Mais uma oportunidade para você refletir e avaliar se os gestores da sua organização estão ou não realizando um trabalho compatível com a realidade de um mercado cada vez mais exigente e globalizado.
 
Fonte: <http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Entrevista/6478/lideres-conquistam-equipes-e-nao-exigem-obediencia-.html>  Acesso em 19 de Abril de 2010.

terça-feira, 30 de março de 2010

Novos Líderes para uma nova realidade

Por Valdemir José Francisco

A base de uma liderança que atenda às novas realidades passa pelo relacionamento integral com os liderados, pelas transparências das ações, pela pura consciência das intenções, pela compreensão que não "somos", mas "estamos" em funções importantes, mas elas não perdurarão pela eternidade. Pergunte isso para alguém que um dia pensou que "era" e não "estava", e que hoje não "está" mais, e agora entende que nada "é".
Novos líderes para uma nova realidade é o clamor das organizações, que se vê diante de novos desafios constantemente e carece de líderes que estejam antenados e sintonizando-se com as mudanças. Todos nós, com certeza, podemos ser, se pensarmos um pouco menos em nós.

Artigo na integra acesse: http://www.rh.com.br/Portal/Lideranca/Artigo/6307/novos-lideres-para-uma-nova-realidade.html
Acesso: 31/03/2010.
"o valor das coisas não esta no tempo que elas duram, mas na intensidade com que elas acontecem. Por isso existem coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".
Amyr Klink